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Acasalamento em gatos
Acasalamento

Antes de pensar em acasalar seus animais, você deve analisar bem fatores como: tempo disponível para cuidar da ninhada, custos com assistência veterinária e exames, e o destino dos filhotes. Se decidir deixar que seu animal cruze, siga os seguintes passos:

procure um macho da mesma raça e que tenha um tamanho igual ou não muito maior que a fêmea.

Na espécie felina, dificilmente ocorrem problemas com a diferença de tamanho dos animais, porém, com o surgimento de novas raças de gatos consideradas "gigantes", leve em consideração esse item;

a fêmea deve passar por uma avaliação veterinária antes do acasalamento. Durante a gestação, não é indicado dar nenhuma medicação à fêmea, por isso, ela deve estar perfeitamente saudável antes de cruzar;

coloque em dia as vacinas, e faça um exame de fezes um mês antes do cio. Se for necessário, vermifugue a gata antes dela cruzar;

não acasale fêmeas muito jovens, o ideal é a partir de um ano de idade;

fêmeas obesas não devem acasalar; aguarde o próximo cio, quando o animal deverá estar num peso compatível com sua raça e tamanho.

As fêmeas entram no cio em torno de 6 a 10 meses de idade. Não há sangramento, e nota-se uma nítida mudança de comportamento na gata. Ela passa a esfregar-se no chão, nos objetos e nas pessoas e, principalmente à noite, começa a miar de forma bem diferente do normal (um miado rouco e sôfrego). O cio deve durar alguns dias (4 a 7), porém muitas fêmeas permanecem no cio por mais tempo. A frequência dos cios é a cada 3 meses, mas isso não é regra geral. Há gatas que entram no cio quando ainda estão amamentando os filhotes recém-nascidos, por tanto, para evitar uma nova prenhez, deixe-a separada do macho se observar sinais de cio.

As fêmeas aceitam os machos apenas quando estão no cio e como o intervalo entre eles é curto, a gata pode ter várias ninhadas durante o ano, o que é totalmente desaconselhável. O acasalamento é bastante ruidoso, e a gata mia muito alto durante a cópula. A ovulação é estimulada pelo contato sexual.

Quem não deve acasalar:

- animais portadores de enfermidades transmissíveis geneticamente, como: alergias graves, epilepsia, etc..
- animais com problemas cardíacos graves;
- fêmeas com excesso de peso;

Veja também:
gestação, parto e desmame


Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

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www.webanimal.com.br



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