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Vivissecção e Testes com animais

A utilização de animais em cirurgias e experimentos nos cursos de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia e odontologia, dentre outros, é uma prática ainda comum no Brasil. Cães, gatos e outras espécies (cavalos, coelhos, camundongos etc) são submetidos a cirurgias e testes, na maioria das vezes dolorosos, sob o pretexto de "ensino didático".

E qual é a procedência dos animais? Nas instituições de ensino, cães e gatos, vira-latas ou de raça, que foram abandonados por seus donos ou encontrados vagando pelas ruas. Eles aguardam o sacrifício nos centros de zoonoses e são vendidos ou doados por algumas prefeituras às universidades. Estressados e muito assustados, são enviados às faculdades para servirem às aulas práticas. Alguns são operados e mortos em seguida. Outros são colocados em canis ou gatis, em condições precárias, sem assistência adequada no pós-operatório (analgésicos, principalmente), onde ficam aguardando uma próxima cirurgia ou experimento.

Em muitos países da Europa e Estados Unidos, os experimentos com animais em escolas de ensino foi abolido. No Brasil, embora exista uma lei que os proteja, os animais ainda continuam a ser utilizados.

A indústria farmacêutica também usa animais para testes. Nesse caso, são cães, coelhos e roedores, em sua maioria, criados especialmente para essa finalidade. O bem-estar humano sempre deve estar acima de qualquer idealismo, PORÉM, é inaceitável o uso de animais na indústria cosmética. Mesmo nos estudos e pesquisas de drogas importantes para a saúde humana, é necessário que se investigue todos os métodos alternativos ao uso de animais.

A lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Meio ambiente e ecologia), é bem clara: "Incorre nas mesmas penas (detenção de 3 meses a um ano, e multa) quem realiza experiências dolorosas ou cruéis em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos."

Segundo a ONG Arca Brasil, A Faculdade de Medicina Veterinária da USP já não utiliza animais vivos em suas aulas de técnica cirúrgica. Em vez disso, utiliza cadáveres, especialmente preparados, de animais que tiveram morte natural em clínicas e hospitais veterinários. E os alunos também praticam cirurgias de castração em cães e gatos levados pelos proprietários. Isso sem falar nos recursos substitutivos que envolvem modelos e manequins simuladores, filmes e vídeos interativos, simulação computadorizada e realidade virtual; auto experimentação e estudo em humanos; uso responsável de animais; estudos in vitro e experimentos com plantas e observação e estudo em campo.

Quando há alternativas, não há razão para utilizar animais em experimentos. Luta-se hoje para que seja banida a prática de vivissecção nas escolas de ensino e que seja de conhecimento público as empresas que ainda utilizam animais como cobaias na indústria farmacêutica e cosmética, através de especificação no rótulo dos produtos. Assim, é possível o boicote às empresas que ainda utilizam práticas desnecessárias contra os animais, a maneira mais eficaz, embora de efeito apenas a longo prazo, de abolir o sofrimento dos animais.

"Enquanto estivermos matando e torturando animais, vamos continuar a torturar e a matar seres humanos - vamos ter guerra. Matar precisa ser ensaiado e aprendido em pequena escala; enquanto prendermos animais em gaiolas, teremos prisões, porque prender precisa ser aprendido em pequena escala; enquanto escravizarmos os animais, teremos escravos humanos, porque escravizar precisa ser aprendido em pequena escala." - Edgar Kupfer-Koberwitz


Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

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