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Inseminação Artificial

Há alguns anos vem se fazendo inseminação artificial por diferentes motivos.

Os mais comuns são:

Nas Fêmeas

não aceitam os machos, muitas vezes por não terem convívio algum com outros animais de sua espécie, ou mesmo por distúrbio de temperamento;
por não terem afinidade com o macho escolhido pelo seu dono e não por elas mesmas ;
quando a fêmea não tem o teste de Brucelose. Esta doença é sexualmente transmissível, além de ser uma zoonose (doença que passa do animal para o homem).

Nos machos:

machos jovens que ainda não tem prática no acasalamento;
quando o macho, às vezes muito famoso, tem que cobrir mais de uma cadela ao mesmo tempo (colhe-se o sêmen e divide-se para as cadelas que precisamos inseminar);
cães já idosos, em que se evita a monta (processo que exige bastante do animal) para não colocar em risco a saúde do animal;
cães com vários problemas de saúde que inviabilizam completamente uma monta natural, como artroses, alterações cardíacas, etc..

A inseminação pode ser feita com sêmen fresco, congelado ou resfriado

fresco: colhe-se o sêmen e, imediatamente, se infunde na fêmea;
resfriado: este sêmen permanece viável por algumas horas;
congelado: necessita-se de uma técnica muito mais complexa, envolvendo gastos mais elevados; porém, pode ser feita vários anos após a morte do animal doador deste sêmen, como já aconteceu há alguns anos, quando um cão da raça Golden retriever que foi campeão nos Estado Unidos, havia nascido 14 anos após a morte de seu pai.

A técnica para inseminação artificial é um pouco complexa, e requer a presença de um veterinário que seja especialista nesta área.

É necessário que a fêmea esteja por volta dos 10º primeiro dia do cio , quando é feito um esfregaço vaginal (retiram-se células da vagina para exame), para se detectar em que fase do ciclo estral (cio) ela se encontra. Caso ela esteja em uma fase propícia para se fazer a inseminação artificial, colhe-se o sêmen através da técnica de manipulação do pênis. Esse sêmen é analisado para sabermos se é viável. Em seguida, infunde-se o material na fêmea através de uma pipeta de inseminação. A técnica não requer anestesia ou tranquilização dos animais.

Esta é uma pequena exposição de como se é feita uma inseminação artificial com sêmen fresco. Existe uma quantidade enorme de variáveis que só um veterinário que entenda do assunto pode resolver. Utilizando-se o sêmen fresco ou resfriado podemos conseguir uma taxa de 80 a 82% de prenhez. Com o sêmen congelado, essa taxa é de 60%.

Leia também:
Dúvidas sobre inseminação artificial
Conservação do sêmen canino


André L. Maldonado
médico veterinário (CRMV SP 7402)

www.vetimagem.com.br


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www.webanimal.com.br

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