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Diário de bordo de Dudu, o cão marinheiro
A Volta ao Mundo

set/07 - Tonga e ilhas Fiji
nov/07 - Austrália e Nova Guiné

* Clique aqui para conhecer a aventura de Dudu desde o início

Bom dia! Boa tarde! Boa noite!
Pois é... Como sou um caozinho viajante, preciso cumprimentar em todos os fusos horários, certo?

Nossa aventura pelos mares completará 2 anos. Isso mesmo. Estamos há dois anos viajando pelo mundo, conhecendo povos com costumes e tradições muito diferentes de nós brasileiros. E até eu que sou cachorro, chego a uma conclusão: Deus criou um mundo maravilhoso, com paisagens indescritíveis, um equilíbrio perfeito entre as milhares de espécies, a natureza funciona maravilhosamente bem... O triste é saber que o homem está destruindo tudo isso e é possível que muitos desses lugares lindos que eu mostrei a vocês não existam mais daqui a alguns anos. Então, pessoal, vamos colaborar e tentar preservar!

Continuamos nossa viagem rumo às Ilhas Cook, ainda no oceano Pacífico. Essa região é formada por 15 ilhas e a maior delas é Rarotonga, a capital. Palmerston é um pequeno atol de apenas 11 km. Ao todo são 35 pequenas ilhas cercadas por uma barreira de coral.

Assim que nosso barco se aproximou de Palmerston, fomos chamados no rádio por Bob Master, um dos líderes do local. Ele explicou todas as regras: depois de tudo acertado como agente da imigração, ele seria nosso anfitrião na ilha e estaria à nossa disposição para nos levar e trazer para onde quiséssemos ir, a qualquer hora do dia ou da noite! Nem pensar em cozinhar, pois eles trariam as refeições prontas para o barco. tudo isso sem qualquer custo.

Toda essa hospitalidade acontece porque os moradores de Palmerston ficam completamente isolados do mundo, somente um navio vindo da capital, Rarotonga, a cada 3 ou 4 meses liga esse povo ao mundo exterior. No começo do século passado, um grande tufão assolou a ilha destruindo tudo e deixando os moradores desabrigados. O auxílio de velejadores foi a única ajuda que receberam para conseguirem comida, remédios e reconstruir o lugar. Desde então prometeram retribuir isso sendo hospitaleiros e recebendo os velejadores da melhor forma possível. Era só pedir o que quiséssemos! Caramba, encontramos o paraíso!!!!!!!

Mas só havia um probleminha: naquele lugar não havia cachorros! Aliás, as pessoas só conheciam um cão pela tv... Nunca tinham visto um ao vivo e em cores. Eu não pude desembarcar, mas adivinhem quem foi a grande estrela local? Todo dia tinha visitas no barco para me ver. Ganhei um fã clube que comparecia fielmente para me pegar no colo, me apalpar, enfim, ver se eu era de verdade...


Todo mundo quis me pegar um pouquinho, principalmente o filho do chefe local.

Rumamos para o Reino de Tonga, ao leste das ilhas Fiji bem ao sul da Oceania. A região de Tonga é formada por 170 ilhas vulcânicas, mas apenas 40 delas são habitadas. Enquanto no Brasil as mulheres querem viram um esqueleto ambulante, em Tonga a obesidade é considerada um padrão de beleza!!! Aqui as gordinhas estão com tudo!

Tonga é linda e lá eu pude desembarcar e me esbaldar na praia. Explorei cavernas, corri nas praias, persegui caranguejos e até me arrisquei a molhar as patas!


Eu amei Tonga!!!


E os habitantes de Tonga também me amaram!!!

Seguimos para as ilhas Fiji e nos deparamos com um local maravilhoso, cheio de tradições e rígidas normas de etiqueta. Por exemplo: aumentar o tom de voz é sinal de raiva. Não se deve mostrar admiração por um objeto de alguém, pois essa pessoa se sentirá obrigada a dá-lo a você. Se estiver dividindo uma refeição espere por uma prece que será dita antes de comer. Álcool é proibido nas vilas. Shorts curtos não são permitidos tanto para os homens como para mulheres e biquinis são considerados nudismo. Quando alguém lhe oferecer um presente você deve segurá-lo com as duas mãos, nunca com uma só. Depois deve colocá-lo no chão ao seu lado. É sinal de boa educação tirar o chapéu enquanto estiver andando pela vila, pois é somente permitido ao chefe usar chapéu. E por aí vai...

Mas a regra mais legal e que o mundo todo deveria seguir é esta: se você se dirigir aos fijinianos com respeito e cordialidade será sempre tratado da mesma maneira. Isso é povo civilizado!


Eu, Dudu, chegando em uma das Ilhas Fiji

Outra tradição nas ilhas é a cerimônia de casamento. Primeiro existe um acerto entre as famílias e os chefes de cada vila. Depois é determinado o valor da noiva através de uma negociação entre as famílias e os chefes. O noivo e a noiva não tomam parte de nada. Quando se chega a um acordo do valor da noiva na moeda local, acrescido de mais alguns porcos, galinhas e, dependendo da moçoila, até uma vaca (!!!!), a data então é marcada. O noivo paga tudo que foi acertado. Caso não tenha dinheiro, a família e a comunidade pagam e ele fica devendo. Simples assim... rs


Giovanna, minha dona, durante um casamento tradicional nas ilhas Fiji

Durante nossa estadia em Fiji, tentamos acertar tudo para dar entrada na Austrália... Desistimos. Havia muitas restrições: meus donos tinham que fazer exames de saúde caríssimos e até teste de sanidade mental... por telefone. Teriam que se desfazer de todo artesanato que não fosse australiano, além de jogar fora todas as conchas que colecionaram durante toda a viagem... Ah, fala sério!!!

Quanto a mim, cachorro brasileiro não entra na Austrália. Não me perguntem o porquê? Será que pensam que eu sou traficante? Grrrrrrrrrrrr. Como eu morei seis meses nos Estados Unidos e estava a mais de um ano fora do Brasil, quiseram que eu fizesse um teste... Eu, um cãozinho que não peso nem 3kg queriam retirar 15 mls de sangue para o tal teste. Isso não é exame, é uma transfusão!!!! GRRRRRRR... Depois, eu precisaria ficar 30 dias em observação, longe de meus donos, que deveriam pagar uma fortuna por dia para ficarem sem mim. Sem essa, caímos fora!


Uma pena, mas só vi a Austrália bem de longe...


Mas Papua Nova Guiné eu vi de pertinho!

Deixamos de lado a Austrália e rumamos para Papua Nova Guiné que também está sob a supervisão da Austrália. Resultado: foi dificil entrar e sair de lá. Tivemos que parar obrigatoriamente, pois nosso leme quebrou no meio do percurso e foi dificil conduzir o barco. Paramos em Papua Nova Guiné, trocamos o leme e conseguimos visto para a Indonésia. Agora teremos um longo trecho até o Timor Leste, oceano Índico... Nos vemos lá!

Clique aqui para continuar...

Lambidas,
Dudu


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